Enorme descoberta da NASA: encontram a maior reserva de ouro do mundo com mais de 20 milhões de toneladas

encontram a maior reserva de ouro do mundo com mais de 20 milhões de toneladas

Sabia que os oceanos escondem um tesouro valioso? De acordo com estudos recentes da NASA, existe mais ouro dissolvido nas águas marinhas do que em todas as minas terrestres já exploradas. São mais de 20 milhões de toneladas de ouro distribuídas pelos mares do planeta, um número que supera qualquer depósito conhecido em terra firme. Mas, antes de imaginar mergulhadores coletando pepitas no fundo do mar, é preciso entender por que essa riqueza ainda não foi aproveitada.

O ouro sempre fascinou a humanidade. Civilizações antigas, como egípcios e incas, usavam o metal para criar joias, adornos e até como base para suas economias. Sua resistência à corrosão e seu brilho duradouro o transformaram em símbolo de poder e luxo. Hoje, além de seu uso em joias, o ouro é essencial para a indústria de tecnologia, presente em circuitos eletrônicos e dispositivos médicos. Mas, apesar de séculos de mineração, as reservas terrestres estão longe de se comparar ao que os oceanos guardam.

A descoberta da NASA revelou que o maior depósito de ouro do planeta não está em nenhum continente, mas diluído na água salgada. Cada litro de água do mar contém cerca de 0,00000005 gramas de ouro — uma concentração tão mínima que, até agora, torna inviável economicamente sua extração. Para se ter uma ideia, seriam necessários milhões de litros de água processados para obter alguns gramas do metal. Além disso, o ouro não está acumulado em veias ou pedras, como nas minas tradicionais, mas disperso de forma quase imperceptível.

Isso não impede que cientistas e empresas explorem métodos inovadores para capturar o ouro marinho. Uma das possibilidades são nanofiltros, membranas ultrafinas capazes de separar partículas microscópicas de ouro da água. Outra abordagem envolve processos químicos que usam reagentes para aglomerar o metal, facilitando sua coleta. No entanto, essas tecnologias ainda estão em fase experimental e enfrentam desafios. O custo energético é alto, e o risco de danos ambientais preocupa especialistas.

oceano

A mineração submarina já é alvo de críticas devido a projetos como o de Papúa Nova Guiné, onde a exploração de minerais no leito marinho causou turbidez na água, afetando corais e espécies aquáticas. Extrair ouro dissolvido exigiria processar volumes imensos de água, o que poderia alterar a composição química dos oceanos e prejudicar ecossistemas. Por isso, muitos defendem que, por enquanto, as minas terrestres ainda são a opção mais segura e viável.

Atualmente, as maiores minas de ouro em operação ficam em países como Estados Unidos, Rússia e Indonésia. A Nevada Gold Mines, nos EUA, é o maior complexo de extração do mundo, produzindo cerca de 115 toneladas por ano. Já a mina de Muruntau, no Uzbequistão, é a mais profunda, alcançando até 3,5 quilômetros abaixo da superfície. Na lista dos países com maiores reservas em cofres, os Estados Unidos lideram, com mais de 8 mil toneladas armazenadas, seguidos por Alemanha, Itália e França.

Na América Latina, o Brasil aparece como o principal detentor de reservas de ouro, com aproximadamente 129 toneladas, à frente de México e Argentina. A região também abriga minas importantes, como Pueblo Viejo, na República Dominicana, uma das mais produtivas do Caribe.

Enquanto a tecnologia não avança para tornar o ouro dos oceanos acessível, as atenções continuam voltadas para a terra firme. Mas a existência desse tesouro submarino levanta questões fascinantes: será que no futuro veremos navios-mineradores filtrando água do mar em busca de ouro? E quais seriam os limites éticos e ambientais dessa exploração? Por enquanto, as respostas ainda estão submersas, assim como o próprio metal.

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