EUA negam participação em assassinato de líder do Hamas após acusação do Irã

Ismail Haniyeh, líder do Hamas, foi assassinado horas depois de estar na posse do novo presidente do IrãMOHAMMED ABED/ AFP

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou nesta quarta-feira (31) que o país não foi “informado” nem está envolvido no assassinato do líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, capital do Irã.

O ataque aéreo que matou o dirigente do grupo fundamentalista islâmico é atribuído a Israel.

“Isso é algo sobre o qual não havíamos sido informados e no qual não estamos envolvidos”, disse Blinken em entrevista a uma emissora de Singapura.

O secretário também destacou que, após o assassinato de Haniyeh, é “imperativo” um cessar-fogo entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza.

O ministro das Relações Exteriores do Irã disse nesta quarta-feira (31) que “o Irã enfatiza a responsabilidade dos Estados Unidos pelo assassinato de Haniyeh”.

Ainda, o Hamas, Irã e outros países culpam Israel pela autoria do crime.

O governo israelense disse que “não faremos comentários sobre a morte de Haniyeh”. Já o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, afirmou que “Israel não quer guerra, mas estamos preparados para todas as possibilidades”.

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