Entrevista: “Adolescência” é muito mais que um fenômeno de audiência

A série “Adolescência”, disponível na Netflix, rapidamente se tornou um dos conteúdos mais assistidos na plataforma em diversos países, incluindo o Brasil, alcançando mais de 66 milhões de visualizações ao redor do mundo apenas duas semanas após estrear.

A trama gira em torno da família Miller, que passa por um choque quando Jamie, o filho adolescente, é acusado do assassinato de uma colega de escola. A narrativa começa com a polícia invadindo a casa deles aparentemente em um engano, desencadeando uma série de consequências dramáticas.

A partir daí, a história explora as complexas repercussões que o incidente provoca não apenas na família de Jamie, mas também nos amigos, colegas e em toda a comunidade escolar. Paralelamente ao drama principal, são abordados temas importantes como bullying, negligência parental e o impacto das redes sociais e grupos online sobre os jovens.

Um dos grandes diferenciais da produção está na técnica de gravação utilizada: cada episódio, com aproximadamente uma hora de duração, foi gravado em plano-sequência, criando uma atmosfera ainda mais envolvente. Os produtores garantem que não foram utilizados truques ou cortes.

Além de prender a atenção do espectador, a série “Adolescência” também cumpre o papel essencial de estimular discussões importantes sobre o mundo hiperconectado e os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente.

O Olhar Digital News desta sexta-feira (28) conversou com Thais Requito, especialista em desenvolvimento humano e saúde mental. Acompanhe!

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